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Eleição interna do PT tem indefinição após suspensão da votação em MG

Eleição interna do PT tem indefinição após suspensão da votação em MG
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Source: CartaCapital | Original Published At: 2025-07-07 12:19:00 UTC

Key Points

  • Suspensão da votação do PT em Minas Gerais devido a decisão judicial sobre candidatura de Dandara Tonantzin
  • Adiamento do pleito em MG compromete cronograma nacional de divulgação dos resultados
  • Presidente do PT critica judicialização do processo eleitoral interno
  • Lula participa da cúpula do Brics enquanto acompanha eleição partidária
  • Novo calendário eleitoral em MG ainda não foi definido

A eleição para o novo presidente do PT está indefinida, depois que a votação no estado de Minas Gerais foi suspensa. Os filiados da legenda foram às urnas para o Processo de Eleição Direta (PED) no domingo 6 em todo o país – exceto no estado do sudeste.

O impasse aconteceu depois que a Justiça acatou pedido da deputada federal Dandara Tonantzin para participar da disputa no estado. A candidatura de Tonantzin tinha sido indeferida por ela não ter quitado as contribuições partidárias.

Diante da decisão judicial, publicada no sábado 5, o partido preferiu adiar a votação em Minas, alegando que não haveria tempo hábil para enviar novas cédulas com o nome da deputada aos diretórios municipais no estado.

Em entrevista a jornalistas após votar em Recife, o atual presidente da legenda, senador Humberto Costa (PT-PE) disse que a judicialização foi “um equívoco”. “Eu sou da opinião de que o partido tem sua autonomia, e as decisões são tomadas por maioria”, resumiu.

O diretório nacional do PT se reúne na terça-feira 8 em Brasília para discutir a situação das eleições em Minas Gerais. Ainda não foi agendada a nova data para a votação no estado.

Inicialmente, a determinação era de que os diretórios regionais apresentassem os resultados até as 14h desta segunda-feira 7. Segundo o partido, o prazo segue em vigor. Ainda não está claro, porém, como a sigla deve finalizar a contagem sem os votos de MG.

Os candidatos

Concorrem ao comando do PT quatro candidatos. O ex-prefeito de Araraquara, Edinho Silva, é o preferido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva – que votou no Rio de Janeiro, onde participa da cúpula do Brics.

Também concorrem Rui Falcão, que já foi presidente da legenda; Valter Pomar, historiador e dirigente do partido; e Romênio Pereira, sindicalista e um dos fundadores da sigla.

Os petistas que foram às urnas votaram em chapas para a presidência nacional e também para os comandos estaduais e municipais do partido. Onde houver necessidade de segundo turno, a nova votação acontece, a princípio, em 20 de julho.

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