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O Conselho de Segurança da ONU, que deveria ser da paz, é que faz a guerra, diz Lula

'O Conselho de Segurança da ONU, que deveria ser da paz, é que faz a guerra', diz Lula
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Source: Brasil 247 | Original Published At: 2023-08-26 15:09:07 UTC

Key Points

  • Lula critica o Conselho de Segurança da ONU por promover guerras em vez de paz
  • Objetivo do Brasil é obter assento permanente no Conselho de Segurança
  • Países candidatos à reforma incluem Índia, Alemanha e Japão
  • Lula menciona resistência de EUA e China à reformulação do Conselho
  • Defesa de maior representatividade para América Latina e África

“Eles não querem que a gente entre. Vamos brigar para entrar. Não temos que ter medo”, afirmou o presidente sobre um assento permanente no Conselho para o Brasil

247 – Em discurso no seu último dia de visita a Angola, o presidente Lula (PT) voltou a fazer críticas à Organização das Nações Unidas (ONU) e repetiu a necessidade de reformar a entidade, que vem perdendo força a cada ano. O presidente ainda disse que seu governo tem como objetivo conseguir para o Brasil um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. >>> Lula diz que aliados do BRICS “concordaram” com necessidade de reformulação do Conselho de Segurança da ONU

“A ONU de 2023 está longe de ter a mesma credibilidade de 1945 [quando foi fundada]. O Conselho de Segurança, que deveria ser da paz e tranquilidade, é o Conselho que faz a guerra”, disse o presidente, acrescentando na sequência: “a Rússia invade a Ucrânia, os EUA invadem o Iraque… Quem faz a guerra são os países do Conselho de Segurança e quem vende as armas são os países do sistema de segurança”.

O presidente lembrou que além do Brasil, pleiteiam uma vaga no Conselho a Índia, a Alemanha e o Japão. Ele ainda defendeu maior representatividade no organismo na América Latina e na África.

Lula afirmou que nem China nem Estados Unidos querem uma reformulação no Conselho de Segurança. “Eles não querem que a gente entre. Vamos brigar com eles para entrar. Não temos que ter medo de fazer coisas utópicas. O mundo está precisando de um pouco de utopia, acreditar que o amor pode vencer o ódio”.

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