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A partir de hoje, cinco novos países passam a fazer parte dos BRICS

A partir de hoje, cinco novos países passam a fazer parte dos BRICS
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Source: Brasil 247 | Original Published At: 2024-01-01 09:19:15 UTC

Key Points

  • BRICS expande-se com entrada de Irã, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Etiópia e Egito em 2024
  • Bloco passa a representar 27% do PIB mundial e 43% da população global
  • Argentina recusa convite por razões ideológicas
  • Desdolarização da economia global torna-se agenda central do grupo

247 – O primeiro dia do ano de 2024 marca uma nova fase para o grupo Brics, composto originalmente por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, graças à entrada do Irã, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Etiópia e Egito. Segundo o jornal O Globo, com o ingresso desses cinco países, o bloco de países emergentes representa 27% do PIB mundial e 43% da população global.

A Argentina, que havia sido convidada para integrar o grupo, rejeitou o convite no final de dezembro por razões ideológicas. Durante a campanha eleitoral, o agora presidente argentino, o ultradireitista Javier Milei, havia declarado que não se alinharia a “comunistas” e a agenda da China.

A decisão de incluir a Argentina no BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) ocorreu durante uma cúpula em Joanesburgo no final de agosto deste ano, onde também foram considerados para adesão importantes players do setor de petróleo e gás, como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Egito e Irã.

O Brics tem se caracterizado por um papel mais antagônico à hegemonia dos Estados Unidos. A busca pela desdolarização da economia global tornou-se uma agenda central, especialmente em meio às tensões entre Pequim e Washington. O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tem sido um dos defensores dessa mudança.

A desdolarização é vista como uma estratégia para reduzir os custos de transação nas relações comerciais, principalmente com a China, principal parceiro comercial do Brasil, além de fortalecer a capacidade de negociação de países como o Brasil e a Índia. A ascensão do yuan como protagonista nas transações do Brics é considerada mais provável, dada a aceitação internacional da moeda chinesa desde 2016.

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