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Ibovespa Futuro acompanha cautela externa e opera em baixa antes de Campos Neto

Ibovespa Futuro acompanha cautela externa e opera em baixa antes de Campos Neto
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Source: InfoMoney | Original Published At: 2024-10-22 12:09:17 UTC

Key Points

  • Ibovespa Futuro opera em baixa devido à cautela externa e eleições nos EUA
  • Cúpula dos Brics ocorre simultaneamente a reuniões do FMI e Banco Mundial em Washington
  • Lula terá conversa telefônica com Putin após cancelar viagem à Rússia
  • Campos Neto discutirá política monetária enquanto a Receita divulga arrecadação de setembro
  • Mercados globais reagem à possível redução de juros pelo Fed e tensões geopolíticas

O Ibovespa Futuro opera com baixa nos primeiros negócios desta terça-feira (22), acompanhando a cautela externa, enquanto as atenções recaem na corrida eleitoral norte-americana, bem como na fala de autoridades monetárias e na safra de balanços do 3º trimestre.

A cúpula dos Brics acontece enquanto chefes das finanças globais se reúnem em Washington para as reuniões do Fundo Monetário Nacional e do Banco Mundial, em meio às guerras no Oriente Médio e na Ucrânia, a uma economia chinesa vacilante e preocupações de que a eleição presidencial dos EUA possa desencadear novas disputas comerciais. O FMI divulgará nesta terça seu relatório Perspectiva Econômica Global, com novas projeções econômicas globais.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que não foi ao encontro na Rússia por recomendação médica depois de ter batido a cabeça em uma queda, terá um telefonema com Putin na manhã desta terça, de acordo com a agenda oficial de Lula.

Já o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, volta a falar durante a sessão de hoje. Em dados, a Receita Federal divulgará a arrecadação de setembro.

Às 9h07 (horário de Brasília), o índice futuro com vencimento em outubro caía 0,61%, aos 131.455 pontos.

Em Wall Street, o Dow Jones Futuro operava com desvalorização de 0,44%, S&P500 caía 0,47% e Nasdaq Futuro recuava 0,57%, enquanto as apostas de que o Federal Reserve fará um corte de 25 pontos-base nos juros na reunião de 7 de novembro recuaram de 87%, ante uma quase certeza há uma semana, de acordo com a ferramenta FedWatch da CME.

Além de dados econômicos fortes, ampliava a incerteza a aproximação da eleição presidencial nos EUA, com o republicano Donald Trump e a democrata Kamala Harris travando uma disputa acirrada em alguns dos Estados mais competitivos antes do pleito em 5 de novembro.

O dólar à vista operava com alta de 0,02%, a R$ 5,691 na compra e R$ 5,692 na venda. Na B3, o contrato futuro com primeiro vencimento subia 0,04%, a 5.702 pontos.

Já os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em baixa, após uma sessão mista em Wall Street e um dia fraco em termos de dados econômicos de países asiáticos.

Nas commodities, os preços do petróleo operam com alta, ampliando a alta de quase 2% da véspera, enquanto o principal diplomata dos EUA renovou os esforços para pressionar por um cessar-fogo no Oriente Médio, e a lenta demanda na China, o maior importador de petróleo do mundo, continuou a pesar no mercado.

As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, pressionadas por preocupações de que a demanda pela principal matéria-prima para a produção de aço cairá, com a demanda por aço no maior consumidor, a China, mostrando sinais de enfraquecimento.

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