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Com indiretas de Trump, Brasil se prepara para tarifa de 50%; o que esperar do Ibovespa nesta quinta (24)

Com indiretas de Trump, Brasil se prepara para tarifa de 50%; o que esperar do Ibovespa nesta quinta (24)
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Source: Money Times | Original Published At: 2025-07-24 10:30:00 UTC

Key Points

  • Tarifa de 50% imposta pelos EUA sobre produtos brasileiros
  • Brasil prepara plano de contingência e busca apoio na OMC
  • Fortalecimento de alianças com China e México
  • Crédito subsidiado de R$ 200 milhões para empresas afetadas
  • Apoio de mais de 40 países, incluindo BRICS e União Europeia

Brasil ainda tenta acordo com os EUA após tarifa de 50% imposta por Donald Trump; governo aciona OMC, prepara resposta e fortalece alianças com China e México. (Imagem: Racide/iStock)

O Brasil e os Estados Unidos ainda não chegaram a um acordo em relação à tarifa de 50% imposta por Donald Trump.

Ontem, durante um evento em Washington, o presidente norte-americano mandou uma indireta para o Brasil ao afirmar que “alguns países” com os quais os EUA não estão se dando bem pagarão uma tarifa de 50%.

O governo brasileiro, porém, está em movimento. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o país está negociando diretamente com secretários do governo dos EUA, mas que há uma forte centralização das informações na Casa Branca.

Haddad também destacou que as áreas técnicas da Fazenda, Itamaraty e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) já concluíram os detalhes de um plano de contingência contra as tarifas. O material deve ser apresentado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva até a próxima semana.

O Estado de São Paulo também anunciou R$ 200 milhões em crédito subsidiado para apoiar empresas paulistas afetadas pelas medidas comerciais.

O Brasil tem buscado apoio internacional. O tema foi levado à Organização Mundial do Comércio (OMC), onde o embaixador Philip Fox-Drummond Gough, secretário de Assuntos Econômicos e Financeiros do Itamaraty, criticou o uso de tarifas como forma de ameaça e coerção, além de práticas que colocam em risco a soberania nacional.

Como resultado, o Brasil recebeu apoio de mais de 40 países, incluindo os membros do Brics, União Europeia e Canadá.

Com a relação bilateral estremecida, Lula tem aproveitado para estreitar laços com outros parceiros. No início da semana, foi anunciada a criação de uma agência tributária e aduaneira na China, com o objetivo de agilizar o comércio e reduzir a burocracia.

O presidente também conversou com a presidente do México, Claudia Sheinbaum, sobre o fortalecimento das relações econômicas e comerciais entre os dois países.

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